Minha missão é inspirar mudanças positivas, promover a importância da comunicação, do autoconhecimento e uma cultura de empatia e respeito mútuo.
Nas minhas palestras, descomplico o caos das relações humanas no ambiente de
trabalho. É sobre transformar equipes em times de verdade, onde a comunicação flui, a
empatia é prática e até os conflitos viram oportunidades.
Com ferramentas reais e pitadas de humor, mostro como líderes e colaboradores podem
criar uma cultura onde o respeito pelas diferenças e a colaboração sejam naturais. Aqui,
não tem fórmula mágica, mas tem estratégias que funcionam: empatia estratégica,
resolução de conflitos e o poder de se conectar com leveza e autenticidade. O resultado?
Colaboradores mais engajados, turnover lá embaixo e um ambiente que inspira pessoas
a darem o seu melhor – para a empresa e para si mesmas. Porque não basta trabalhar, é
preciso trabalhar junto.
Mais do que “se colocar no lugar do outro,” aempatia estratégica é sobre usar a empatia deforma intencional e assertiva, conectandoemoções a resultados. Neste treinamento, você aprende a:
Comunicação, criatividade adaptativa, colaboração… Chamam de “soft skills,” mas o impacto delas no trabalho é duro e real. Nesse treinamento, baseado no meu baralho de soft skills, vamos explorar:
Um treinamento dinâmico e provocativo, criado paraajudar os colaboradores (de estagiários a líderes) asaírem do piloto automático e assumirem um papel mais ativo no ambiente de trabalho.
Essa palestra é uma conversa direta (e bem-humorada) sobre o caos das relações humanas no trabalho, mostrando por que aprender a se relacionar melhor não é “mimimi corporativo”, é estratégia. É isso que impacta clima, engajamento, produtividade e até retenção de talentos.
Enquanto os processos e as metas evoluem, a habilidade de lidar com gente ainda tropeça nas mesmas pedras: comunicação truncada, conflitos mal resolvidos, líderes despreparados, equipes desconectadas. A palestra propõe um novo caminho. Em vez de fórmulas mágicas ou teorias inalcançáveis, ela é construída em três atos, que traduzem o que está por trás do comportamento humano nas empresas:
A gente foi feito pra se conectar, mas o ambiente de trabalho moderno às vezes parece mais uma arena de julgamento e silenciamento. Esse ato mostra por que nosso cérebro ainda opera no modo “tribo”, como os ranços nascem e o que fazer quando a convivência vira campo minado.
Empatia pode (e deve) ser ferramenta. Aqui, entramos nas soft skills que fazem a engrenagem rodar: escuta ativa, leitura de contexto, empatia estratégica e outras habilidades que viram resultado de verdade, inclusive entre pessoas bem diferentes.
Se eu não sei lidar comigo, como vou lidar com os outros? A última parte é sobre autoconhecimento prático, aquele que ajuda a gente a não sair distribuindo ranço gratuito só porque o café acabou ou o colega respirou alto demais na reunião.
Essa palestra não promete que você vai sair amando todo mundo. Mas garante uma coisa: você vai sair entendendo melhor o jogo das relações, e com mais vontade (e habilidade) de jogar bem.
Atender bem não é só entregar o que foi prometido — é criar uma experiência que faz o cliente querer voltar. E isso vai muito além de sorrir no final da ligação ou responder e-mails com agilidade.
A verdade é que lidar com pessoas no dia a dia exige jogo de cintura, escuta apurada e uma boa dose de leitura de contexto. Comunicação truncada, ruídos sutis e mal-entendidos podem minar a confiança construída com tanto esforço — e nem sempre os processos dão conta disso sozinhos.
É aí que entram as relações humanas. Porque no fim, o que fideliza não é só o serviço prestado — é o jeito como a pessoa se sentiu no processo. Essa palestra é um convite a olhar para o atendimento com mais estratégia, mais empatia e menos script automático. A gente fala de conexão real com o cliente, de como entender o que está por trás de uma reclamação, e de como transformar um momento tenso em uma chance de gerar lealdade.
Essa palestra não vem ensinar a “atender melhor”. Ela vem mostrar por que aprender a se relacionar melhor com o cliente é o que faz a empresa ser lembrada, escolhida e recomendada.
Tem muita gente boa por aí, gente competente, dedicada, talentosa, que no fundo vive achando que não merece estar onde está. Que é questão de tempo até alguém “descobrir” que ela é uma fraude. Se isso soa familiar aí no seu ambiente, essa palestra foi feita sob medida.
“Eu sou uma farsa?” é uma conversa franca, provocativa e cheia de identificação sobre essa síndrome silenciosa que afeta milhares de profissionais: a famosa (mas pouco falada) síndrome do impostor. Só que aqui, a gente não fica só na teoria. A ideia é mostrar, na prática, como esse padrão de pensamento atrapalha o crescimento, mina a confiança e sabota relações de trabalho e, principalmente, como sair desse ciclo.
Tem leveza, tem riso, tem troca. Mas também tem profundidade, ferramentas e aquele empurrãozinho pra cada pessoa se reconhecer como parte importante do que faz a empresa funcionar de verdade.
Essa palestra não promete fórmulas mágicas. O que ela entrega é um jeito honesto, leve e potente de ajudar pessoas boas a se enxergarem com os olhos certos. E quando isso acontece, o impacto no clima, na produtividade e na retenção é só questão de tempo.
Desde 2020, a forma como as pessoas se tratam no ambiente corporativo passou a ser reconhecida como risco ocupacional real. Burnout, assédio moral, isolamento e tensões silenciosas agora fazem parte das preocupações de segurança no trabalho.
Essa palestra é um convite para repensar como o relacionamento entre colaboradores impacta diretamente saúde, engajamento e resultado. Com leveza e bom humor, traduzimos a NR1 em comportamentos reais e atitudes práticas.
Metáforas como o “EPI invisível” mostram como pequenas ações podem evitar desgaste emocional que adoece e custa caro.
Essa palestra não é sobre apontar culpados — é sobre construir juntos um ambiente mais seguro, saudável e colaborativo.
Tem gente que acha que empatia no trabalho é sobre sentir o que o outro sente. Mas e se a chave estiver em algo muito mais simples — e mais poderoso? Aqui, a empatia é reposicionada como ferramenta de sobrevivência inteligente.
A palestra apresenta a fórmula MDC (Motivo, Denominador Comum e Condução da Solução), um caminho claro para lidar com ruídos, conflitos e expectativas desalinhadas. O foco é entender o que está em jogo e agir a partir disso.
Saber o que o outro quer e conectar isso ao que você quer é o que move relações mais saudáveis, carreiras mais sólidas e resultados reais.
Essa palestra mostra que gostar de gente (apesar das pessoas) é sobre inteligência, não sobre emoção exagerada.
Essa palestra é uma conversa direta (e bem-humorada) sobre o caos das relações humanas no trabalho, mostrando por que aprender a se relacionar melhor não é “mimimi corporativo”, é estratégia. É isso que impacta clima, engajamento, produtividade e até retenção de talentos.
Enquanto os processos e as metas evoluem, a habilidade de lidar com gente ainda tropeça nas mesmas pedras: comunicação truncada, conflitos mal resolvidos, líderes despreparados, equipes desconectadas. A palestra propõe um novo caminho. Em vez de fórmulas mágicas ou teorias inalcançáveis, ela é construída em três atos, que traduzem o que está por trás do comportamento humano nas empresas:
A gente foi feito pra se conectar, mas o ambiente de trabalho moderno às vezes parece mais uma arena de julgamento e silenciamento. Esse ato mostra por que nosso cérebro ainda opera no modo “tribo”, como os ranços nascem e o que fazer quando a convivência vira campo minado.
Empatia pode (e deve) ser ferramenta. Aqui, entramos nas soft skills que fazem a engrenagem rodar: escuta ativa, leitura de contexto, empatia estratégica e outras habilidades que viram resultado de verdade, inclusive entre pessoas bem diferentes.
Se eu não sei lidar comigo, como vou lidar com os outros? A última parte é sobre autoconhecimento prático, aquele que ajuda a gente a não sair distribuindo ranço gratuito só porque o café acabou ou o colega respirou alto demais na reunião.
Essa palestra não promete que você vai sair amando todo mundo. Mas garante uma coisa: você vai sair entendendo melhor o jogo das relações, e com mais vontade (e habilidade) de jogar bem.
Atender bem não é só entregar o que foi prometido — é criar uma experiência que faz o cliente querer voltar. E isso vai muito além de sorrir no final da ligação ou responder e-mails com agilidade.
A verdade é que lidar com pessoas no dia a dia exige jogo de cintura, escuta apurada e uma boa dose de leitura de contexto. Comunicação truncada, ruídos sutis e mal-entendidos podem minar a confiança construída com tanto esforço — e nem sempre os processos dão conta disso sozinhos.
É aí que entram as relações humanas. Porque no fim, o que fideliza não é só o serviço prestado — é o jeito como a pessoa se sentiu no processo. Essa palestra é um convite a olhar para o atendimento com mais estratégia, mais empatia e menos script automático. A gente fala de conexão real com o cliente, de como entender o que está por trás de uma reclamação, e de como transformar um momento tenso em uma chance de gerar lealdade.
Essa palestra não vem ensinar a “atender melhor”. Ela vem mostrar por que aprender a se relacionar melhor com o cliente é o que faz a empresa ser lembrada, escolhida e recomendada.
Tem muita gente boa por aí, gente competente, dedicada, talentosa, que no fundo vive achando que não merece estar onde está. Que é questão de tempo até alguém “descobrir” que ela é uma fraude. Se isso soa familiar aí no seu ambiente, essa palestra foi feita sob medida.
“Eu sou uma farsa?” é uma conversa franca, provocativa e cheia de identificação sobre essa síndrome silenciosa que afeta milhares de profissionais: a famosa (mas pouco falada) síndrome do impostor. Só que aqui, a gente não fica só na teoria. A ideia é mostrar, na prática, como esse padrão de pensamento atrapalha o crescimento, mina a confiança e sabota relações de trabalho e, principalmente, como sair desse ciclo.
Tem leveza, tem riso, tem troca. Mas também tem profundidade, ferramentas e aquele empurrãozinho pra cada pessoa se reconhecer como parte importante do que faz a empresa funcionar de verdade.
Essa palestra não promete fórmulas mágicas. O que ela entrega é um jeito honesto, leve e potente de ajudar pessoas boas a se enxergarem com os olhos certos. E quando isso acontece, o impacto no clima, na produtividade e na retenção é só questão de tempo.
Desde 2020, a forma como as pessoas se tratam no ambiente corporativo passou a ser reconhecida como risco ocupacional real. Burnout, assédio moral, isolamento e tensões silenciosas agora fazem parte das preocupações de segurança no trabalho.
Essa palestra é um convite para repensar como o relacionamento entre colaboradores impacta diretamente saúde, engajamento e resultado. Com leveza e bom humor, traduzimos a NR1 em comportamentos reais e atitudes práticas.
Metáforas como o “EPI invisível” mostram como pequenas ações podem evitar desgaste emocional que adoece e custa caro.
Essa palestra não é sobre apontar culpados — é sobre construir juntos um ambiente mais seguro, saudável e colaborativo.
Tem gente que acha que empatia no trabalho é sobre sentir o que o outro sente. Mas e se a chave estiver em algo muito mais simples — e mais poderoso? Aqui, a empatia é reposicionada como ferramenta de sobrevivência inteligente.
A palestra apresenta a fórmula MDC (Motivo, Denominador Comum e Condução da Solução), um caminho claro para lidar com ruídos, conflitos e expectativas desalinhadas. O foco é entender o que está em jogo e agir a partir disso.
Saber o que o outro quer e conectar isso ao que você quer é o que move relações mais saudáveis, carreiras mais sólidas e resultados reais.
Essa palestra mostra que gostar de gente (apesar das pessoas) é sobre inteligência, não sobre emoção exagerada.
Essa palestra é uma conversa direta (e bem-humorada) sobre o caos das relações humanas no trabalho, mostrando por que aprender a se relacionar melhor não é “mimimi corporativo”, é estratégia. É isso que impacta clima, engajamento, produtividade e até retenção de talentos.
Enquanto os processos e as metas evoluem, a habilidade de lidar com gente ainda tropeça nas mesmas pedras: comunicação truncada, conflitos mal resolvidos, líderes despreparados, equipes desconectadas. A palestra propõe um novo caminho. Em vez de fórmulas mágicas ou teorias inalcançáveis, ela é construída em três atos, que traduzem o que está por trás do comportamento humano nas empresas:
A gente foi feito pra se conectar, mas o ambiente de trabalho moderno às vezes parece mais uma arena de julgamento e silenciamento. Esse ato mostra por que nosso cérebro ainda opera no modo “tribo”, como os ranços nascem e o que fazer quando a convivência vira campo minado.
Empatia pode (e deve) ser ferramenta. Aqui, entramos nas soft skills que fazem a engrenagem rodar: escuta ativa, leitura de contexto, empatia estratégica e outras habilidades que viram resultado de verdade, inclusive entre pessoas bem diferentes.
Se eu não sei lidar comigo, como vou lidar com os outros? A última parte é sobre autoconhecimento prático, aquele que ajuda a gente a não sair distribuindo ranço gratuito só porque o café acabou ou o colega respirou alto demais na reunião.
Essa palestra não promete que você vai sair amando todo mundo. Mas garante uma coisa: você vai sair entendendo melhor o jogo das relações, e com mais vontade (e habilidade) de jogar bem.
Atender bem não é só entregar o que foi prometido — é criar uma experiência que faz o cliente querer voltar. E isso vai muito além de sorrir no final da ligação ou responder e-mails com agilidade.
A verdade é que lidar com pessoas no dia a dia exige jogo de cintura, escuta apurada e uma boa dose de leitura de contexto. Comunicação truncada, ruídos sutis e mal-entendidos podem minar a confiança construída com tanto esforço — e nem sempre os processos dão conta disso sozinhos.
É aí que entram as relações humanas. Porque no fim, o que fideliza não é só o serviço prestado — é o jeito como a pessoa se sentiu no processo. Essa palestra é um convite a olhar para o atendimento com mais estratégia, mais empatia e menos script automático. A gente fala de conexão real com o cliente, de como entender o que está por trás de uma reclamação, e de como transformar um momento tenso em uma chance de gerar lealdade.
Essa palestra não vem ensinar a “atender melhor”. Ela vem mostrar por que aprender a se relacionar melhor com o cliente é o que faz a empresa ser lembrada, escolhida e recomendada.
Tem muita gente boa por aí, gente competente, dedicada, talentosa, que no fundo vive achando que não merece estar onde está. Que é questão de tempo até alguém “descobrir” que ela é uma fraude. Se isso soa familiar aí no seu ambiente, essa palestra foi feita sob medida.
“Eu sou uma farsa?” é uma conversa franca, provocativa e cheia de identificação sobre essa síndrome silenciosa que afeta milhares de profissionais: a famosa (mas pouco falada) síndrome do impostor. Só que aqui, a gente não fica só na teoria. A ideia é mostrar, na prática, como esse padrão de pensamento atrapalha o crescimento, mina a confiança e sabota relações de trabalho e, principalmente, como sair desse ciclo.
Tem leveza, tem riso, tem troca. Mas também tem profundidade, ferramentas e aquele empurrãozinho pra cada pessoa se reconhecer como parte importante do que faz a empresa funcionar de verdade.
Essa palestra não promete fórmulas mágicas. O que ela entrega é um jeito honesto, leve e potente de ajudar pessoas boas a se enxergarem com os olhos certos. E quando isso acontece, o impacto no clima, na produtividade e na retenção é só questão de tempo.
Desde 2020, a forma como as pessoas se tratam no ambiente corporativo passou a ser reconhecida como risco ocupacional real. Burnout, assédio moral, isolamento e tensões silenciosas agora fazem parte das preocupações de segurança no trabalho.
Essa palestra é um convite para repensar como o relacionamento entre colaboradores impacta diretamente saúde, engajamento e resultado. Com leveza e bom humor, traduzimos a NR1 em comportamentos reais e atitudes práticas.
Metáforas como o “EPI invisível” mostram como pequenas ações podem evitar desgaste emocional que adoece e custa caro.
Essa palestra não é sobre apontar culpados — é sobre construir juntos um ambiente mais seguro, saudável e colaborativo.
Tem gente que acha que empatia no trabalho é sobre sentir o que o outro sente. Mas e se a chave estiver em algo muito mais simples — e mais poderoso? Aqui, a empatia é reposicionada como ferramenta de sobrevivência inteligente.
A palestra apresenta a fórmula MDC (Motivo, Denominador Comum e Condução da Solução), um caminho claro para lidar com ruídos, conflitos e expectativas desalinhadas. O foco é entender o que está em jogo e agir a partir disso.
Saber o que o outro quer e conectar isso ao que você quer é o que move relações mais saudáveis, carreiras mais sólidas e resultados reais.
Essa palestra mostra que gostar de gente (apesar das pessoas) é sobre inteligência, não sobre emoção exagerada.
Um baralho provocativo, bem-humorado e altamente aplicável, criado para desenvolver habilidades que ajudam pessoas a conviver melhor no ambiente de trabalho. São 60 cartas no total:
Pode ser usado em treinamentos, reuniões, rodas de conversa ou até individualmente, como ferramenta de autoconhecimento e desenvolvimento. É ideal para RHs, lideranças ou qualquer pessoa que precise lidar com… pessoas.
Leve para sua empresa uma forma mais leve, divertida e eficiente de desenvolver habilidades que realmente fazem diferença. Ou apenas leve para você mesmo(a).
“Palestra profunda, reflexiva, me fez enxergar meus relacionamentos sob outras perspectivas. Parabéns cara! Você é inteligente criativo, carismático e, ainda por cima, gateiro! Parabéns!!”
Denis“Sua entrada foi sensacional! Que tema f***! Você é um provocativo elegante (e não agressivo, sabe?)” Parabéns!!!
Luis“Você tem uma busca pela excelência fascinante! Parabéns pelo seu trabalho! Seu toque de humor foi incrível e o final com o café que vai na bolsa foi surpreendente!”
Cláudia“Ainda estou tentando gostar de gente apesar das pessoas, mas com certeza agora consigo pensar um pouco mais em mim, nos outros, nas "gentes"... Obrigada por isso!”
Anônimo“Tão necessário e importante esse papo sobre gente, pessoas e nós!! Sensacional!! Show!!!”
Eduarda“Você é incrível, amei sua história e este ser humano inquieto! Você é genuíno e seu olhar me acrescentou. Quero tomar café com você!”
Anônimo©2024 Fellipe dos Santos, todos os direitos reservados.
“Sua apresentação foi uma EXPERIÊNCIA, que me fez refletir sobre minha Mala! Gratitude!”
Valéria