É a mente criativa por trás da agência Arte pela Arte Comunicação Visual e do podcast Relaciocinando. Formado em Publicidade, Design Gráfico e Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero, ele tem um talento especial para transformar a comunicação interna das empresas, tornando-a mais humana, envolvente e divertida. Fellipe combina sua paixão pelo assunto Gente e sua bagagem em relações humanas para criar narrativas e conversas que não só chamam a atenção, mas realmente conectam pessoas.

Minha missão é inspirar mudanças positivas, promover a importância da comunicação, do autoconhecimento e uma cultura de empatia e respeito mútuo.

RELACIONAMENTOS

Não viemos a esse mundo para viver sozinhos

Nas minhas palestras, descomplico o caos das relações humanas no ambiente de
trabalho. É sobre transformar equipes em times de verdade, onde a comunicação flui, a
empatia é prática e até os conflitos viram oportunidades.
Com ferramentas reais e pitadas de humor, mostro como líderes e colaboradores podem
criar uma cultura onde o respeito pelas diferenças e a colaboração sejam naturais. Aqui,
não tem fórmula mágica, mas tem estratégias que funcionam: empatia estratégica,
resolução de conflitos e o poder de se conectar com leveza e autenticidade. O resultado?
Colaboradores mais engajados, turnover lá embaixo e um ambiente que inspira pessoas
a darem o seu melhor – para a empresa e para si mesmas. Porque não basta trabalhar, é
preciso trabalhar junto.

Treinamentos

Às vezes é preciso descer do palco e interagir um a um
Empatia Estratégica

Mais do que “se colocar no lugar do outro,” aempatia estratégica é sobre usar a empatia deforma intencional e assertiva, conectandoemoções a resultados. Neste treinamento, você aprende a:

Soft Skills na Prática

Comunicação, criatividade adaptativa, colaboração… Chamam de “soft skills,” mas o impacto delas no trabalho é duro e real. Nesse treinamento, baseado no meu baralho de soft skills, vamos explorar:

ProtagoniZtas

Um treinamento dinâmico e provocativo, criado paraajudar os colaboradores (de estagiários a líderes) asaírem do piloto automático e assumirem um papel mais ativo no ambiente de trabalho.

Clientes que já contaram com esse papo:

Palestras

De vez em quando precisamos ter essas conversas...
 
Inteligência Relacional para engajar, reter e fazer as equipes funcionarem

Essa palestra é uma conversa direta (e bem-humorada) sobre o caos das relações humanas no trabalho, mostrando por que aprender a se relacionar melhor não é “mimimi corporativo”, é estratégia. É isso que impacta clima, engajamento, produtividade e até retenção de talentos.

Enquanto os processos e as metas evoluem, a habilidade de lidar com gente ainda tropeça nas mesmas pedras: comunicação truncada, conflitos mal resolvidos, líderes despreparados, equipes desconectadas. A palestra propõe um novo caminho. Em vez de fórmulas mágicas ou teorias inalcançáveis, ela é construída em três atos, que traduzem o que está por trás do comportamento humano nas empresas:

ATO 1 – SOBREVIVÊNCIA

A gente foi feito pra se conectar, mas o ambiente de trabalho moderno às vezes parece mais uma arena de julgamento e silenciamento. Esse ato mostra por que nosso cérebro ainda opera no modo “tribo”, como os ranços nascem e o que fazer quando a convivência vira campo minado.

ATO 2 – INTELIGÊNCIA RELACIONAL

Empatia pode (e deve) ser ferramenta. Aqui, entramos nas soft skills que fazem a engrenagem rodar: escuta ativa, leitura de contexto, empatia estratégica e outras habilidades que viram resultado de verdade, inclusive entre pessoas bem diferentes.

ATO 3 – QUEM SOU EU

Se eu não sei lidar comigo, como vou lidar com os outros? A última parte é sobre autoconhecimento prático, aquele que ajuda a gente a não sair distribuindo ranço gratuito só porque o café acabou ou o colega respirou alto demais na reunião.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que perceberam que os maiores ruídos vêm das relações, não das metas.
  • Para RHs e lideranças que querem desenvolver times mais maduros, colaborativos e conectados.
  • Para equipes cansadas de tretas mal resolvidas, silêncios tóxicos e reuniões onde ninguém se escuta de verdade.
  • E pra todo mundo que já pensou: “gostaria tanto do meu trabalho… se não fosse o pessoal.”
Resultados esperados:
  • Redução de conflitos e mal-entendidos que travam a produtividade.
  • Equipes mais conectadas, comunicando melhor e colaborando de verdade.
  • Líderes mais preparados pra lidar com o fator humano (e não só com as planilhas).
  • Um ambiente de trabalho mais leve, funcional e saudável, onde gente diferente aprende a se entender sem precisar se amar o tempo todo.

Essa palestra não promete que você vai sair amando todo mundo. Mas garante uma coisa: você vai sair entendendo melhor o jogo das relações, e com mais vontade (e habilidade) de jogar bem.

Relacionamento com clientes como estratégia de fidelização

Atender bem não é só entregar o que foi prometido — é criar uma experiência que faz o cliente querer voltar. E isso vai muito além de sorrir no final da ligação ou responder e-mails com agilidade.

A verdade é que lidar com pessoas no dia a dia exige jogo de cintura, escuta apurada e uma boa dose de leitura de contexto. Comunicação truncada, ruídos sutis e mal-entendidos podem minar a confiança construída com tanto esforço — e nem sempre os processos dão conta disso sozinhos.

É aí que entram as relações humanas. Porque no fim, o que fideliza não é só o serviço prestado — é o jeito como a pessoa se sentiu no processo. Essa palestra é um convite a olhar para o atendimento com mais estratégia, mais empatia e menos script automático. A gente fala de conexão real com o cliente, de como entender o que está por trás de uma reclamação, e de como transformar um momento tenso em uma chance de gerar lealdade.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que querem que seus clientes sintam que foram ouvidos — e não apenas atendidos.
  • Para equipes de atendimento, vendas e relacionamento que lidam com gente o tempo todo e sabem o quanto isso pode ser desafiador (e recompensador).
  • Para profissionais que querem ir além do básico e transformar cada interação num elo de confiança com o cliente.
Resultados esperados:
  • Menos atritos, menos ruídos e menos “clientes perdidos no detalhe”.
  • Mais conexão, mais empatia e mais relacionamentos sustentáveis.
  • Equipes mais conscientes do impacto que têm na experiência — e na fidelização.

Essa palestra não vem ensinar a “atender melhor”. Ela vem mostrar por que aprender a se relacionar melhor com o cliente é o que faz a empresa ser lembrada, escolhida e recomendada.

 
Uma palestra que ajuda pessoas incríveis a pararem de duvidar de si mesmas

Tem muita gente boa por aí, gente competente, dedicada, talentosa, que no fundo vive achando que não merece estar onde está. Que é questão de tempo até alguém “descobrir” que ela é uma fraude. Se isso soa familiar aí no seu ambiente, essa palestra foi feita sob medida.

“Eu sou uma farsa?” é uma conversa franca, provocativa e cheia de identificação sobre essa síndrome silenciosa que afeta milhares de profissionais: a famosa (mas pouco falada) síndrome do impostor. Só que aqui, a gente não fica só na teoria. A ideia é mostrar, na prática, como esse padrão de pensamento atrapalha o crescimento, mina a confiança e sabota relações de trabalho e, principalmente, como sair desse ciclo.

Tem leveza, tem riso, tem troca. Mas também tem profundidade, ferramentas e aquele empurrãozinho pra cada pessoa se reconhecer como parte importante do que faz a empresa funcionar de verdade.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que estão cansadas de ver talentos se diminuindo e deixando de contribuir como poderiam.
  • Para líderes que querem ajudar suas equipes a se posicionar sem medo, com mais coragem e autenticidade.
  • Para qualquer pessoa que já pensou “será que eu dou conta mesmo?” — mesmo depois de ter entregado resultados incríveis.
Resultados esperados:
  • Aumento da autoconfiança e redução da autossabotagem entre os colaboradores.
  • Equipes mais engajadas, com coragem para errar, criar, propor e crescer.
  • Um ambiente onde as pessoas se sentem valorizadas de verdade, e não só cobradas.
  • Líderes mais preparados para lidar com o lado emocional das entregas.

Essa palestra não promete fórmulas mágicas. O que ela entrega é um jeito honesto, leve e potente de ajudar pessoas boas a se enxergarem com os olhos certos. E quando isso acontece, o impacto no clima, na produtividade e na retenção é só questão de tempo.

 

Desde 2020, a forma como as pessoas se tratam no ambiente corporativo passou a ser reconhecida como risco ocupacional real. Burnout, assédio moral, isolamento e tensões silenciosas agora fazem parte das preocupações de segurança no trabalho.

Essa palestra é um convite para repensar como o relacionamento entre colaboradores impacta diretamente saúde, engajamento e resultado. Com leveza e bom humor, traduzimos a NR1 em comportamentos reais e atitudes práticas.

Metáforas como o “EPI invisível” mostram como pequenas ações podem evitar desgaste emocional que adoece e custa caro.

Para quem é essa palestra?
  • Para times que cuidam de gente dentro da empresa.
  • Para RH, Comunicação Interna, DHO, Segurança do Trabalho e lideranças.
  • Para quem sabe que prevenção emocional se constrói com exemplo e atitude.
Resultados esperados:
  • Clareza sobre riscos psicossociais e como eles se manifestam.
  • Alinhamento entre áreas antes desconectadas.
  • Adoção de pelo menos 3 atitudes práticas de prevenção emocional.
  • Redução de conflitos e climas tóxicos.

Essa palestra não é sobre apontar culpados — é sobre construir juntos um ambiente mais seguro, saudável e colaborativo.

 

Tem gente que acha que empatia no trabalho é sobre sentir o que o outro sente. Mas e se a chave estiver em algo muito mais simples — e mais poderoso? Aqui, a empatia é reposicionada como ferramenta de sobrevivência inteligente.

A palestra apresenta a fórmula MDC (Motivo, Denominador Comum e Condução da Solução), um caminho claro para lidar com ruídos, conflitos e expectativas desalinhadas. O foco é entender o que está em jogo e agir a partir disso.

Saber o que o outro quer e conectar isso ao que você quer é o que move relações mais saudáveis, carreiras mais sólidas e resultados reais.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que querem menos ruído e mais fluidez nas relações internas.
  • Para líderes que sabem que alinhar objetivos é mais estratégico que cobrar no grito.
  • Para equipes que convivem com diferenças todos os dias e querem tornar a convivência mais leve.
Resultados esperados:
  • Equipes com mais clareza sobre objetivos e menos desgaste emocional.
  • Redução de conflitos por expectativas não ditas ou mal interpretadas.
  • Colaboração mais fluida e produtiva.
  • Um ambiente mais estratégico e humano.

Essa palestra mostra que gostar de gente (apesar das pessoas) é sobre inteligência, não sobre emoção exagerada.

Inteligência Relacional para engajar, reter e fazer as equipes funcionarem

Essa palestra é uma conversa direta (e bem-humorada) sobre o caos das relações humanas no trabalho, mostrando por que aprender a se relacionar melhor não é “mimimi corporativo”, é estratégia. É isso que impacta clima, engajamento, produtividade e até retenção de talentos.

Enquanto os processos e as metas evoluem, a habilidade de lidar com gente ainda tropeça nas mesmas pedras: comunicação truncada, conflitos mal resolvidos, líderes despreparados, equipes desconectadas. A palestra propõe um novo caminho. Em vez de fórmulas mágicas ou teorias inalcançáveis, ela é construída em três atos, que traduzem o que está por trás do comportamento humano nas empresas:

ATO 1 – SOBREVIVÊNCIA

A gente foi feito pra se conectar, mas o ambiente de trabalho moderno às vezes parece mais uma arena de julgamento e silenciamento. Esse ato mostra por que nosso cérebro ainda opera no modo “tribo”, como os ranços nascem e o que fazer quando a convivência vira campo minado.

ATO 2 – INTELIGÊNCIA RELACIONAL

Empatia pode (e deve) ser ferramenta. Aqui, entramos nas soft skills que fazem a engrenagem rodar: escuta ativa, leitura de contexto, empatia estratégica e outras habilidades que viram resultado de verdade, inclusive entre pessoas bem diferentes.

ATO 3 – QUEM SOU EU

Se eu não sei lidar comigo, como vou lidar com os outros? A última parte é sobre autoconhecimento prático, aquele que ajuda a gente a não sair distribuindo ranço gratuito só porque o café acabou ou o colega respirou alto demais na reunião.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que perceberam que os maiores ruídos vêm das relações, não das metas.
  • Para RHs e lideranças que querem desenvolver times mais maduros, colaborativos e conectados.
  • Para equipes cansadas de tretas mal resolvidas, silêncios tóxicos e reuniões onde ninguém se escuta de verdade.
  • E pra todo mundo que já pensou: “gostaria tanto do meu trabalho… se não fosse o pessoal.”
Resultados esperados:
  • Redução de conflitos e mal-entendidos que travam a produtividade.
  • Equipes mais conectadas, comunicando melhor e colaborando de verdade.
  • Líderes mais preparados pra lidar com o fator humano (e não só com as planilhas).
  • Um ambiente de trabalho mais leve, funcional e saudável, onde gente diferente aprende a se entender sem precisar se amar o tempo todo.

Essa palestra não promete que você vai sair amando todo mundo. Mas garante uma coisa: você vai sair entendendo melhor o jogo das relações, e com mais vontade (e habilidade) de jogar bem.

Relacionamento com clientes como estratégia de fidelização

Atender bem não é só entregar o que foi prometido — é criar uma experiência que faz o cliente querer voltar. E isso vai muito além de sorrir no final da ligação ou responder e-mails com agilidade.

A verdade é que lidar com pessoas no dia a dia exige jogo de cintura, escuta apurada e uma boa dose de leitura de contexto. Comunicação truncada, ruídos sutis e mal-entendidos podem minar a confiança construída com tanto esforço — e nem sempre os processos dão conta disso sozinhos.

É aí que entram as relações humanas. Porque no fim, o que fideliza não é só o serviço prestado — é o jeito como a pessoa se sentiu no processo. Essa palestra é um convite a olhar para o atendimento com mais estratégia, mais empatia e menos script automático. A gente fala de conexão real com o cliente, de como entender o que está por trás de uma reclamação, e de como transformar um momento tenso em uma chance de gerar lealdade.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que querem que seus clientes sintam que foram ouvidos — e não apenas atendidos.
  • Para equipes de atendimento, vendas e relacionamento que lidam com gente o tempo todo e sabem o quanto isso pode ser desafiador (e recompensador).
  • Para profissionais que querem ir além do básico e transformar cada interação num elo de confiança com o cliente.
Resultados esperados:
  • Menos atritos, menos ruídos e menos “clientes perdidos no detalhe”.
  • Mais conexão, mais empatia e mais relacionamentos sustentáveis.
  • Equipes mais conscientes do impacto que têm na experiência — e na fidelização.

Essa palestra não vem ensinar a “atender melhor”. Ela vem mostrar por que aprender a se relacionar melhor com o cliente é o que faz a empresa ser lembrada, escolhida e recomendada.

Uma palestra que ajuda pessoas incríveis a pararem de duvidar de si mesmas

Tem muita gente boa por aí, gente competente, dedicada, talentosa, que no fundo vive achando que não merece estar onde está. Que é questão de tempo até alguém “descobrir” que ela é uma fraude. Se isso soa familiar aí no seu ambiente, essa palestra foi feita sob medida.

“Eu sou uma farsa?” é uma conversa franca, provocativa e cheia de identificação sobre essa síndrome silenciosa que afeta milhares de profissionais: a famosa (mas pouco falada) síndrome do impostor. Só que aqui, a gente não fica só na teoria. A ideia é mostrar, na prática, como esse padrão de pensamento atrapalha o crescimento, mina a confiança e sabota relações de trabalho e, principalmente, como sair desse ciclo.

Tem leveza, tem riso, tem troca. Mas também tem profundidade, ferramentas e aquele empurrãozinho pra cada pessoa se reconhecer como parte importante do que faz a empresa funcionar de verdade.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que estão cansadas de ver talentos se diminuindo e deixando de contribuir como poderiam.
  • Para líderes que querem ajudar suas equipes a se posicionar sem medo, com mais coragem e autenticidade.
  • Para qualquer pessoa que já pensou “será que eu dou conta mesmo?” — mesmo depois de ter entregado resultados incríveis.
Resultados esperados:
  • Aumento da autoconfiança e redução da autossabotagem entre os colaboradores.
  • Equipes mais engajadas, com coragem para errar, criar, propor e crescer.
  • Um ambiente onde as pessoas se sentem valorizadas de verdade, e não só cobradas.
  • Líderes mais preparados para lidar com o lado emocional das entregas.

Essa palestra não promete fórmulas mágicas. O que ela entrega é um jeito honesto, leve e potente de ajudar pessoas boas a se enxergarem com os olhos certos. E quando isso acontece, o impacto no clima, na produtividade e na retenção é só questão de tempo.

Desde 2020, a forma como as pessoas se tratam no ambiente corporativo passou a ser reconhecida como risco ocupacional real. Burnout, assédio moral, isolamento e tensões silenciosas agora fazem parte das preocupações de segurança no trabalho.

Essa palestra é um convite para repensar como o relacionamento entre colaboradores impacta diretamente saúde, engajamento e resultado. Com leveza e bom humor, traduzimos a NR1 em comportamentos reais e atitudes práticas.

Metáforas como o “EPI invisível” mostram como pequenas ações podem evitar desgaste emocional que adoece e custa caro.

Para quem é essa palestra?
  • Para times que cuidam de gente dentro da empresa.
  • Para RH, Comunicação Interna, DHO, Segurança do Trabalho e lideranças.
  • Para quem sabe que prevenção emocional se constrói com exemplo e atitude.
Resultados esperados:
  • Clareza sobre riscos psicossociais e como eles se manifestam.
  • Alinhamento entre áreas antes desconectadas.
  • Adoção de pelo menos 3 atitudes práticas de prevenção emocional.
  • Redução de conflitos e climas tóxicos.

Essa palestra não é sobre apontar culpados — é sobre construir juntos um ambiente mais seguro, saudável e colaborativo.

Tem gente que acha que empatia no trabalho é sobre sentir o que o outro sente. Mas e se a chave estiver em algo muito mais simples — e mais poderoso? Aqui, a empatia é reposicionada como ferramenta de sobrevivência inteligente.

A palestra apresenta a fórmula MDC (Motivo, Denominador Comum e Condução da Solução), um caminho claro para lidar com ruídos, conflitos e expectativas desalinhadas. O foco é entender o que está em jogo e agir a partir disso.

Saber o que o outro quer e conectar isso ao que você quer é o que move relações mais saudáveis, carreiras mais sólidas e resultados reais.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que querem menos ruído e mais fluidez nas relações internas.
  • Para líderes que sabem que alinhar objetivos é mais estratégico que cobrar no grito.
  • Para equipes que convivem com diferenças todos os dias e querem tornar a convivência mais leve.
Resultados esperados:
  • Equipes com mais clareza sobre objetivos e menos desgaste emocional.
  • Redução de conflitos por expectativas não ditas ou mal interpretadas.
  • Colaboração mais fluida e produtiva.
  • Um ambiente mais estratégico e humano.

Essa palestra mostra que gostar de gente (apesar das pessoas) é sobre inteligência, não sobre emoção exagerada.

Inteligência Relacional para engajar, reter e fazer as equipes funcionarem

Essa palestra é uma conversa direta (e bem-humorada) sobre o caos das relações humanas no trabalho, mostrando por que aprender a se relacionar melhor não é “mimimi corporativo”, é estratégia. É isso que impacta clima, engajamento, produtividade e até retenção de talentos.

Enquanto os processos e as metas evoluem, a habilidade de lidar com gente ainda tropeça nas mesmas pedras: comunicação truncada, conflitos mal resolvidos, líderes despreparados, equipes desconectadas. A palestra propõe um novo caminho. Em vez de fórmulas mágicas ou teorias inalcançáveis, ela é construída em três atos, que traduzem o que está por trás do comportamento humano nas empresas:

ATO 1 – SOBREVIVÊNCIA

A gente foi feito pra se conectar, mas o ambiente de trabalho moderno às vezes parece mais uma arena de julgamento e silenciamento. Esse ato mostra por que nosso cérebro ainda opera no modo “tribo”, como os ranços nascem e o que fazer quando a convivência vira campo minado.

ATO 2 – INTELIGÊNCIA RELACIONAL

Empatia pode (e deve) ser ferramenta. Aqui, entramos nas soft skills que fazem a engrenagem rodar: escuta ativa, leitura de contexto, empatia estratégica e outras habilidades que viram resultado de verdade, inclusive entre pessoas bem diferentes.

ATO 3 – QUEM SOU EU

Se eu não sei lidar comigo, como vou lidar com os outros? A última parte é sobre autoconhecimento prático, aquele que ajuda a gente a não sair distribuindo ranço gratuito só porque o café acabou ou o colega respirou alto demais na reunião.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que perceberam que os maiores ruídos vêm das relações, não das metas.
  • Para RHs e lideranças que querem desenvolver times mais maduros, colaborativos e conectados.
  • Para equipes cansadas de tretas mal resolvidas, silêncios tóxicos e reuniões onde ninguém se escuta de verdade.
  • E pra todo mundo que já pensou: “gostaria tanto do meu trabalho… se não fosse o pessoal.”
Resultados esperados:
  • Redução de conflitos e mal-entendidos que travam a produtividade.
  • Equipes mais conectadas, comunicando melhor e colaborando de verdade.
  • Líderes mais preparados pra lidar com o fator humano (e não só com as planilhas).
  • Um ambiente de trabalho mais leve, funcional e saudável, onde gente diferente aprende a se entender sem precisar se amar o tempo todo.

Essa palestra não promete que você vai sair amando todo mundo. Mas garante uma coisa: você vai sair entendendo melhor o jogo das relações, e com mais vontade (e habilidade) de jogar bem.

Relacionamento com clientes como estratégia de fidelização

Atender bem não é só entregar o que foi prometido — é criar uma experiência que faz o cliente querer voltar. E isso vai muito além de sorrir no final da ligação ou responder e-mails com agilidade.

A verdade é que lidar com pessoas no dia a dia exige jogo de cintura, escuta apurada e uma boa dose de leitura de contexto. Comunicação truncada, ruídos sutis e mal-entendidos podem minar a confiança construída com tanto esforço — e nem sempre os processos dão conta disso sozinhos.

É aí que entram as relações humanas. Porque no fim, o que fideliza não é só o serviço prestado — é o jeito como a pessoa se sentiu no processo. Essa palestra é um convite a olhar para o atendimento com mais estratégia, mais empatia e menos script automático. A gente fala de conexão real com o cliente, de como entender o que está por trás de uma reclamação, e de como transformar um momento tenso em uma chance de gerar lealdade.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que querem que seus clientes sintam que foram ouvidos — e não apenas atendidos.
  • Para equipes de atendimento, vendas e relacionamento que lidam com gente o tempo todo e sabem o quanto isso pode ser desafiador (e recompensador).
  • Para profissionais que querem ir além do básico e transformar cada interação num elo de confiança com o cliente.
Resultados esperados:
  • Menos atritos, menos ruídos e menos “clientes perdidos no detalhe”.
  • Mais conexão, mais empatia e mais relacionamentos sustentáveis.
  • Equipes mais conscientes do impacto que têm na experiência — e na fidelização.

Essa palestra não vem ensinar a “atender melhor”. Ela vem mostrar por que aprender a se relacionar melhor com o cliente é o que faz a empresa ser lembrada, escolhida e recomendada.

Uma palestra que ajuda pessoas incríveis a pararem de duvidar de si mesmas

Tem muita gente boa por aí, gente competente, dedicada, talentosa, que no fundo vive achando que não merece estar onde está. Que é questão de tempo até alguém “descobrir” que ela é uma fraude. Se isso soa familiar aí no seu ambiente, essa palestra foi feita sob medida.

“Eu sou uma farsa?” é uma conversa franca, provocativa e cheia de identificação sobre essa síndrome silenciosa que afeta milhares de profissionais: a famosa (mas pouco falada) síndrome do impostor. Só que aqui, a gente não fica só na teoria. A ideia é mostrar, na prática, como esse padrão de pensamento atrapalha o crescimento, mina a confiança e sabota relações de trabalho e, principalmente, como sair desse ciclo.

Tem leveza, tem riso, tem troca. Mas também tem profundidade, ferramentas e aquele empurrãozinho pra cada pessoa se reconhecer como parte importante do que faz a empresa funcionar de verdade.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que estão cansadas de ver talentos se diminuindo e deixando de contribuir como poderiam.
  • Para líderes que querem ajudar suas equipes a se posicionar sem medo, com mais coragem e autenticidade.
  • Para qualquer pessoa que já pensou “será que eu dou conta mesmo?” — mesmo depois de ter entregado resultados incríveis.
Resultados esperados:
  • Aumento da autoconfiança e redução da autossabotagem entre os colaboradores.
  • Equipes mais engajadas, com coragem para errar, criar, propor e crescer.
  • Um ambiente onde as pessoas se sentem valorizadas de verdade, e não só cobradas.
  • Líderes mais preparados para lidar com o lado emocional das entregas.

Essa palestra não promete fórmulas mágicas. O que ela entrega é um jeito honesto, leve e potente de ajudar pessoas boas a se enxergarem com os olhos certos. E quando isso acontece, o impacto no clima, na produtividade e na retenção é só questão de tempo.

Desde 2020, a forma como as pessoas se tratam no ambiente corporativo passou a ser reconhecida como risco ocupacional real. Burnout, assédio moral, isolamento e tensões silenciosas agora fazem parte das preocupações de segurança no trabalho.

Essa palestra é um convite para repensar como o relacionamento entre colaboradores impacta diretamente saúde, engajamento e resultado. Com leveza e bom humor, traduzimos a NR1 em comportamentos reais e atitudes práticas.

Metáforas como o “EPI invisível” mostram como pequenas ações podem evitar desgaste emocional que adoece e custa caro.

Para quem é essa palestra?
  • Para times que cuidam de gente dentro da empresa.
  • Para RH, Comunicação Interna, DHO, Segurança do Trabalho e lideranças.
  • Para quem sabe que prevenção emocional se constrói com exemplo e atitude.
Resultados esperados:
  • Clareza sobre riscos psicossociais e como eles se manifestam.
  • Alinhamento entre áreas antes desconectadas.
  • Adoção de pelo menos 3 atitudes práticas de prevenção emocional.
  • Redução de conflitos e climas tóxicos.

Essa palestra não é sobre apontar culpados — é sobre construir juntos um ambiente mais seguro, saudável e colaborativo.

Tem gente que acha que empatia no trabalho é sobre sentir o que o outro sente. Mas e se a chave estiver em algo muito mais simples — e mais poderoso? Aqui, a empatia é reposicionada como ferramenta de sobrevivência inteligente.

A palestra apresenta a fórmula MDC (Motivo, Denominador Comum e Condução da Solução), um caminho claro para lidar com ruídos, conflitos e expectativas desalinhadas. O foco é entender o que está em jogo e agir a partir disso.

Saber o que o outro quer e conectar isso ao que você quer é o que move relações mais saudáveis, carreiras mais sólidas e resultados reais.

Para quem é essa palestra?
  • Para empresas que querem menos ruído e mais fluidez nas relações internas.
  • Para líderes que sabem que alinhar objetivos é mais estratégico que cobrar no grito.
  • Para equipes que convivem com diferenças todos os dias e querem tornar a convivência mais leve.
Resultados esperados:
  • Equipes com mais clareza sobre objetivos e menos desgaste emocional.
  • Redução de conflitos por expectativas não ditas ou mal interpretadas.
  • Colaboração mais fluida e produtiva.
  • Um ambiente mais estratégico e humano.

Essa palestra mostra que gostar de gente (apesar das pessoas) é sobre inteligência, não sobre emoção exagerada.

O Baralho

DAS SOFT SKILLS

Um baralho provocativo, bem-humorado e altamente aplicável, criado para desenvolver habilidades que ajudam pessoas a conviver melhor no ambiente de trabalho. São 60 cartas no total:

Pode ser usado em treinamentos, reuniões, rodas de conversa ou até individualmente, como ferramenta de autoconhecimento e desenvolvimento. É ideal para RHs, lideranças ou qualquer pessoa que precise lidar com… pessoas.

Leve para sua empresa uma forma mais leve, divertida e eficiente de desenvolver habilidades que realmente fazem diferença. Ou apenas leve para você mesmo(a).

UM GOSTINHO...

DEPOIMENTOS

É por isso que eu gosto de GENTE

“Sua apresentação foi uma EXPERIÊNCIA, que me fez refletir sobre minha Mala! Gratitude!”

Valéria

“Palestra profunda, reflexiva, me fez enxergar meus relacionamentos sob outras perspectivas. Parabéns cara! Você é inteligente criativo, carismático e, ainda por cima, gateiro! Parabéns!!”

Denis

“Sua entrada foi sensacional! Que tema f***! Você é um provocativo elegante (e não agressivo, sabe?)” Parabéns!!!

Luis

“Você tem uma busca pela excelência fascinante! Parabéns pelo seu trabalho! Seu toque de humor foi incrível e o final com o café que vai na bolsa foi surpreendente!”

Cláudia

“Ainda estou tentando gostar de gente apesar das pessoas, mas com certeza agora consigo pensar um pouco mais em mim, nos outros, nas "gentes"... Obrigada por isso!”

Anônimo

“Tão necessário e importante esse papo sobre gente, pessoas e nós!! Sensacional!! Show!!!”

Eduarda

“Você é incrível, amei sua história e este ser humano inquieto! Você é genuíno e seu olhar me acrescentou. Quero tomar café com você!”

Anônimo

Contato

Faça contato e eu faço valer a pena!

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